sábado, 10 de agosto de 2013

StepBack

Pagina oficial:https://www.facebook.com/StepbackHC
"StepBack" Com influencias como No Warning, Down to Nothing,  Guns Up, e apostando num estilo  punk rock hardcore. São de Penafiel e dispensaram algum do seu precioso Tempo para responder a algumas perguntas.  
1. Quem são os 
StepBack e como surgiu a ideia de formar uma banda?
StepBack! começou em 2006/2007  por 5 amigos que decidiram começar uma banda por diversão. Eventualmente essa banda tornou-se mais séria e a formação acabou reduzida a 4 elementos.
2. Quais diriam ser as vossas principais influências musicais?
As influencias base que tivemos para a banda foram sempre os No Warning, Down to Nothing,  Guns Up! e Miles away, mas com o passar do tempo outras influencias mais diversificadas foram usadas (especialmente agora no novo álbum), influencias essas que passam por Leeway, Cro-mags, Bothworlds ou Cold World.
3. O que podemos esperar de um concerto vosso?

Num concerto nosso podem esperar energia, mensagens positivas, desabafos e diversão. Para nós um concerto é onde esquecemos os problemas do dia-a-dia e é onde passamos as nossas experiências e libertamos as energias. É quase como uma terapia de grupo ahah.
4. Qual é a principal temática das vossas músicas?

Acho que não temos uma temática fixa como acontece em algumas bandas. Se há algo que nos incomoda ou agrada e sentimos a necessidade de expressar isso, fazemo-lo e pronto. As nossas letras vão desde os problemas pessoais que alguns de nós tiveram de enfrentar, até às experiências positivas que tivemos graças à banda (poder conhecer sítios e pessoas novas, que de outra forma nunca iríamos conhecer e que no fim alguns deles acabaram por se tornar grandes amigos nossos), abordagens sobre mentalidades fechadas, até ao problema social/económico que vivemos hoje e que nos levou a voltar a um período de emigração (como é o caso da nossa ultima música "virar da maré").
5. O que reserva o futuro para os StepBack?

O futuro é um bocado difícil de prever, porque o trabalho limita-nos um bocado na quantidade de vezes que gostaríamos de tocar ou mesmo gravar. Gostaríamos de voltar a fazer a mini tour Ibérica, acabar o lançamento do LP que estamos prestes a lançar e quem sabe ir em Tour Europeia.
6.Que balanço fazem dos anos de existencia da banda?

O balanço destes anos como banda acho que é positivo. Se calhar menos activo do que gostaríamos que tivesse sido, mas olhando para trás acho que quando começamos a banda, não nos levávamos tão a sério quanto isso para podermos tocar pelo país fora e mesmo em Espanha. Para uma banda que começou num armazém de arrumos , com 5 amigos de escola, numa cidade tão pequena do Norte, acho que o saldo só pode ser positivo.
7. Como fica a vida pessoal depois da banda sóbra tempo para os amigos e familia?

A vida pessoal às vezes leva uma machadada para podermos ter os ensaios, os concertos, a organização dos lançamentos, etc. Felizmente as pessoas que nos rodeiam apoiam-nos a 100%  e assim torna-se mais fácil de conjugar as coisas que mais gostamos.
8.Na atual conjuntura econónica que o pais atravessa sente-se muito a falta de apoios?

Dentro da cena musical Hardcore, sempre houve falta de apoio exterior e o pessoal da cena Hardcore sempre se soube desenrascar bastante bem. Fosse através de lançamentos DIY (para quem não sabe DIY significa Do It Yourself) como foi o caso da nossa demo e EP, fosse através de editoras e distros também DIY de alguns amigos, como foi o caso do nosso Split e das nossas Cassetes lançadas pela Juicy Records e a Black Rain Records. Quem está neste estilo musical, está porque gosta e sabe que não pode esperar grandes apoios, patrocínios ou cunhas, mas também é isso que torna o Hardcore especial a meu ver.
9.Se tivessem oportunidade de começar tudo de novo mudariam em alguns pontos o vosso projecto?

Voltando atrás há sempre coisas menores que se calhar mudaríamos, mas no final só temos de ter orgulho no nosso trabalho e aprender com os erros.
10.Palavras finais... digam o que vos vai na alma sobre o panorama musical em portugal!

Palavras finais, é sempre complicado ahah. Espero que esta entrevista e que as bandas que existem actualmente possam inspirar o pessoal a criar mais bandas, a criar mais editoras/distros,  a marcar mais concertos, de forma a que o Hardcore nacional se consiga manter activo e de boa saúde.
Musica do proximo LP

Virar da maré



Split W/ Death Will Come/2010


Means To An End/2009

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